Pegando na mão: #O chamado

Pegando na mão: #O chamado

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A inspiração me convidou a escrever, a primeira parte dessa obra, como Joseph, esse é o meu nome, a assinatura cósmica, doravante, quando ler “Eu”, trata-se de Joseph. A intenção desse exercício era fazer com que reconhecesse quem é Joseph…

Joseph faz um breve apêndice aqui, o NOME “Joseph”, é o “pano de fundo”, todos nós temos o nosso NOME, quando ingressamos, nossos pais e responsáveis, carinhosamente nos nomeiam como gostam, mas ao acessarmos certos escaninhos…

 

Esse NOME, muitas vezes nos é dado em trajetórias que fizemos, muitos grupos religiosos e filosofias alteram o nome de uma pessoa, como um rebatismo, é o caso da umbanda, no hinduísmo, no islamismo, no judaísmo… O NOME Joseph, está intimamente conectado ao Egito Antigo.

Eu me lancei, na divisão da obra, antes, com mais 105 mil palavras, hoje dividido em oito partes com algo em torno de 13 mil palavras cada. Essa mudança, não tira da obra a sua essência, pelo contrário, acena para algo fundamental, estar atento a lacuna.

Uma que eu mesmo acentuo uma atenção especial, a todos que intentem o tal feito, evite as viseiras, estribos e correias, pois apesar de deixar seguro o cavalo, pode também o machucar, abordar essa experiência não é a tarefa mais simples.

Meu amigo Paulo, inclusive me disse: Joseph, o slogan da sua empresa com mais de duas décadas é “Ideias simples e soluções acessíveis”, e quando pego esse ensaio eu vejo, algumas vezes, algo muito paradoxal;

Outro amigo Mateo me chama a atenção para o “Tom”, a responsabilidade em tudo o que eu escrevo, insiste para que eu não explique nada, construa todo o entendimento em parábolas e poemas;

Minha prima Bete, afirma: Joseph, vejo aqui um tratado, quando observado os oito ensaios dessa obra, há uma autêntica generosidade;

Minha irmã Padma, atenta desde o começo em lapidar a minha retórica, outrora mais contundente, mas que fora sendo esculpida para se tornar mais palatável.

Eu Sou o que Eu Sou!