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Mal, fruto da inocência humana
Há na presente obra o espírito livre, são muitas vozes querendo deixar a sua impressão, o “inspirado” trata-se de alguém que tem um carinho enorme por todas os personagens que evidencia, dando especial atenção para o tema central de toda a existência, o Amor.
O exercício de mestria aqui apreciado é a própria inspiração, como fala o Amado, se o Pai opera através do nosso pensamento, das nossas palavras e fazimento das coisas, estamos vivendo revelados por Ele, portanto em Sua perfeição.
O BEM e o MAL, assim como o certo e o errado, direita e esquerda, na realidade são faces de uma mesma moeda, dando-nos a especial condição de “escolha”, a perfeição que somos, e de tudo que nos cerca, permite-nos apenas isso.
Há quem possa dizer: Mesmo aquele que nasce encarcerado, seja como for, esse também tem “escolha’? – Respondo: Sim! Teve e continuará tendo. O cárcere, consciente ou não é uma escolha, e tendo escolhido, permanecer inconsciente Dele, permanecerá.
Em essência o pensamento puro, o vazio, o possível e o impossível se apresentam na “inspiração” encenada em ¹Hockma, a sabedoria, receba-a do contínuo, perpétuo ensaio de uma forja, após encaixada no SER, deixa de habitar o ²Sansara.
O cárcere, pode ser, o próprio LODO pessoal, quando inspirado diretamente por EL, e trabalhada exaustivamente até atingir transcendente, a carta 1, o ³Samadhi, e para além exigirá o passo decisivo do Não Eu, a compreensão de que somos o que somos.
Eu Sou o Que Eu Sou!







