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A Porta Aberta
O contorno da caixa é uma das tarefas mais desafiantes para todo artista. Haverá aqueles que trabalharão pela disciplina, assim como Lao Tzu e Yeshua; ou pela consciência plena, a exemplo de Gautama Buda e Mahavira; e ainda, pela bem-aventurança, como Krishna.
Em todos os cenários, a primeira porta que se abre é para observar-se, seguida da inspiração, combustível das experiências. Então ocorre o encaixe no SER, a partir daí, instala-se a firme ação. Em alguns momentos ela é ativa, mas em outros, passiva, acendendo o contorno à caixa.
Da acepção da observação, inspiração e ação, medida e impulso se tornam molas de força, alimentando o movimento do pêndulo. Ele gira no sentido horário para atrair e no anti-horário para repelir, dá-se, a partir dessa variável, o “ímpeto construtivo”. A partir do todo, é possível acessar novas e mais desafiadoras oitavas.
Eu Sou o que Eu Sou
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