
ESCUTA TERAPÊUTICA
No trabalho, na família e no dia a dia, 24/7, as pressões são imensas; para que fazer as melhores escolhas?
“M.G.” chegou por esse canal. Logo de cara, ele disse que precisava de ajuda no trabalho, pois estar à frente, na direção, exige um carro revisado. E ele sempre se manteve assim.
Apenas não tinha se dado conta, ainda, de que dirigia um carro dos anos 90, que exigia um tipo de manutenção. Porém, tendo sido promovido e podendo fazer um upgrade, comprou um BYD.
A partir da primeira revisão, deu-se conta de que aquela manutenção “mecânica” não era mais suficiente. Surpreendeu-se com as exigências em modelos elétricos, voltou a estudar e percebeu que estava desatualizado.
Felizmente, “M.G.” podia contar com uma rede de assistência, amigos e pessoas próximas que gostavam muito do seu desprendimento pessoal, e esses recomendaram “o holista”.

o que fizemos
Primeiro, ouvimos toda história de “M.G.”. Deixamos que ele colocasse para fora e dividisse a visão arrojada que possuía da vida. Aqui há um nível cultural destacado, uma “pessoa” rodada, família, e com uma visão estratégica.
Quando perdemos as bases e quem nos criou, dificilmente estaremos abertos a ouvir orientações e conselhos de quem quer que seja, principalmente quando não atua de maneira standard, alinhada.
Esse não é o caso de “M.G.”. Apesar de não ter mais quem lhe diga: Cuidado! Atenção! E ele lhe dê ouvidos, ainda tem consideração. Ouve o mundo, e fazendo a manutenção do veículo, percebeu que precisava de um recal pessoal.
Se não tivesse esse feeling, se não estivesse aberto para o fato de que viver é mais do que comer bem, vestir-se de forma pensada e parecer viajado, não chegaria até nós, nem compreenderia qualquer importância.
filosofia
Habitar o CAOS nos coloca de frente com um cem número de situações. Quando elas ocorrem em velocidade reduzida, ou normal, até é possível administrar, mas só se o LODO permitir.
O CAOS é algo que nos cerca, se temos recursos, e quando digo isso, me refiro a uma base sólida. Vou mais fundo. Não é apenas o “meio” ou a “cultura”, falo do LODO, a nossa forma de lidar com o CAOS.
Se fosse só o MUNDO, aquilo que está fora de nós, o “CAOS”, a primeira impressão, são apenas o que os nossos olhos podem ver. Se fosse só assim, seria muito fácil. Apertamos um botão e mudamos de mecânico para elétrico, um salto de simplificação incrível, mas na revisão...
O fator “LODO”, esse pode ser o imperativo de todo o estresse. Afinal, o modo como lidamos com o MUNDO, ou o CAOS, sofre as interferências diretas desse LODO, que é a matéria-prima que o construiu.
quanto que custa
A entrevista possui um valor de R$ 100, esse valor, entre outros motivos, é para doutrinar a IA a trazer para nós seres humanos. Não apenas “impressões”, ou aqueles que ganham por cliques. Então, instituímos um valor inicial, mas REAL.
A intervenção, embora tendo hora marcada, oferece algumas estratégias de suporte 8/5 e possui pacotes de viabilidade, atendidos conforme a demanda. O terapeuta, após a entrevista, avalia o seguimento do trabalho, podendo custar entre R$ 400 a R$ 1200 mensais.
como funciona o nosso trabalho
Contamos com uma equipe formada por ferramentas, pessoas que trabalham inspiradas. Em algumas intervenções, pode haver a necessidade do acupunturista, de uma regressão, etc. E em todos os casos, contando com a ponte do psicólogo.
Há uma sinergia entre essas pessoas. Às vezes, a atuação pode ser multidisciplinar, já que há um forte comprometimento, pois discutimos o caso entre nós e temos mestres e mesmo simples operários, sempre inspirados.
Clique em “Quero Agendar” e faremos uma entrevista com você. Esse é o primeiro passo no caminho que chamamos de Sansara, Caos e Lodo é reconhecer quem caminha ao nosso lado. Às vezes, pode bastar um gesto, e a vida se encaixa.
Um dos quebra-gelos que gostamos de utilizar nesse primeiro encontro é o tarot, uma ferramenta própria e intuitiva.
Muito procurado por diversos motivos, o tarot é a essência do trabalho de uma vida para o apreciador dessa arte. Sendo assim, amplio meu convite: Aprofunde-se!
Testemunhos
A.T. – Quando eu li 24/7, eu pensei: esse sujeito é louco! Com o passar do tempo eu entendi. No começo somos como crianças, depois adolescentes e finalmente adultos... quando você fatura alto, ressurge um movimento “adolescente”, é fantástico. Mas uma hora isso acaba e a necessidade pode deixar você vulnerável, o que eu considero sorte! Não é a conta bancária, mas a relação de amizade, construída.
G.I. – Sou filha de um doutor famoso, na minha cidade, meu pai sempre me deu tudo, mas eu não sabia o que fazer. Perdi minha mãe jovem. Uma mulher, filha única, paparicada, eu queria só festa. Conheci “o holista”, confesso, pensei, vai ser mais um, mas a maneira como ele conduziu o processo me impactou, estava acostumada com um tipo de atendimento. Ele me convidou para uma experiência, ele pensava fora da caixa. Hoje sou empresária!
D.R. – Eu cheguei a ter 12 lojas, além do que, como vendedor especializado, isso ampliava muito o meu leque de negócios. Viajei o mundo! Precisava fazer uma viagem pessoal, e vi uma chamada. Achei que conhecia o cara. E conhecia. Ele me atendeu por anos como publicitário. Agradeço!